Atendimento presencial no consultório, em Indaiatuba (SP), com acompanhamento próximo dos pais ou responsáveis. Um espaço onde a criança pode se expressar do jeito dela, no tempo dela.
Lígia Rangel · Psicóloga Clínica · CRP 06/207405
Quase todo pai ou mãe que chega ao consultório passou antes por um período de dúvida, tentando entender se o que está vendo é uma fase ou algo que merece atenção. Não existe régua exata, mas há sinais que costumam valer uma conversa:
Um item isolado raramente significa algo. O que costuma pedir avaliação é a persistência, quando dura semanas, e o prejuízo, quando começa a atrapalhar a escola, a casa ou as amizades. Na dúvida, uma conversa inicial resolve mais do que meses de espera.
Criança não costuma dizer que está sofrendo. Ela mostra, no corpo, no sono, na escola e no jeito de brincar.
O primeiro encontro costuma ser só com os pais ou responsáveis. É a hora de contar a história da criança, o que preocupa, como é a rotina e o que já foi tentado. A criança não precisa estar presente para falarem abertamente.
Depois começam as sessões com a criança, semanais e de 50 minutos. Com os menores, o trabalho acontece pelo brincar, pelo desenho e pelas histórias, que são a linguagem natural dessa idade. Com adolescentes, o formato se aproxima da conversa, sempre no ritmo de quem está ali.
Ao longo do acompanhamento marcamos encontros de devolutiva com os pais, para alinhar o que está sendo trabalhado e pensar juntos o que ajuda em casa. Quando faz sentido e com autorização da família, também é possível conversar com a escola ou com outros profissionais que acompanham a criança.
Essa é a dúvida que mais aparece, e é justa. A criança também tem direito ao sigilo, e é justamente esse sigilo que faz ela confiar o suficiente para falar. Se ela souber que tudo será repetido em casa, o espaço terapêutico deixa de existir.
Na prática, os pais recebem orientações e o panorama do processo, o que está sendo trabalhado, o que ajuda e o que atrapalha, sem o relato literal do conteúdo das sessões. A exceção é clara e combinada desde o início: situações de risco à criança são sempre comunicadas.
Isso não deixa a família de fora. Ao contrário, a participação dos pais é parte central do trabalho com crianças. O que muda é o formato, que passa por orientação e por encontros próprios, e não por relatório do que foi dito.
Para adultos, eu atendo tanto no consultório quanto por videochamada. Com crianças e adolescentes, a escolha é outra: o atendimento é presencial, em Indaiatuba.
A razão é prática. Boa parte do trabalho com criança passa pelo corpo, pelo brincar e pelo uso do espaço, coisas que a tela não sustenta. Além disso, uma criança dificilmente tem em casa um lugar realmente reservado para falar, e a presença dos pais do outro lado da porta muda o que ela consegue dizer.
O consultório fica na Av. Dr. Jácomo Nazário, no Cidade Nova I, em Indaiatuba, com acesso fácil para quem vem dos bairros vizinhos e das cidades da região.
Atendo crianças e adolescentes. Como a indicação depende muito do caso e do momento, o melhor é me contar a idade e o que está acontecendo pelo WhatsApp, e eu digo com clareza se é comigo ou se vale um encaminhamento.
Converso sobre valores no primeiro contato pelo WhatsApp, junto com os horários disponíveis. É uma resposta rápida e sem compromisso.
Não. O atendimento é particular, sem convênio de nenhuma operadora.
Atendo de segunda a sexta, em horário comercial. Como os horários compatíveis com a escola são os mais procurados, vale perguntar cedo pelo WhatsApp o que está livre na agenda.
Sim, e de preferência com naturalidade e antes da primeira sessão. Chegar sem saber costuma assustar. Não é preciso um discurso elaborado, algo como conversar com uma pessoa que ajuda a entender o que a gente sente já dá conta. Se quiser, combinamos juntos como falar.
Em geral não, porque o espaço precisa ser da criança. Nas primeiras sessões, com os menores, às vezes a adaptação pede a presença de um dos pais por alguns minutos, e isso é combinado na hora, respeitando o que a criança precisa.
Não há prazo fixo. Depende da demanda, do momento da criança e do envolvimento da família. O encerramento é planejado junto com os pais, e não interrompido de uma sessão para a outra.
Me conte pelo WhatsApp o que está acontecendo. A primeira conversa é com você, e serve para entender se faz sentido começar.
(19) 99942-1996 · WhatsApp